Levando o evangelho de Cristo, a você leitor deste blog, que a paz do senhor Jesus, seja contigo!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Jornal Semeadores de Cristo 10º edição:
10 Formas de Fazer as Crianças Orarem


Para que possamos influenciar a criança em sua vida de oração, é necessário que venhamos a :
1- Ser uma pessoa de oração! Visto que as crianças aprendem a partir daquilo que vêem em seu ambiente, o elemento fundamental para ensinar crianças menores a orar é sermos pessoas de oração.
2 - Usar linguagem apropriada e do dia a dia com elas, e ver que as orações sejam breves, simples, sinceras e diretas. Assegure-se de orar a respeito de fatos do dia a dia a fim de que cada criança possa compreender. Por exemplo: toda vez que ouvir as sirenes do carro de bombeiros, pare! Profira uma oração em voz alta. Faça-a com as crianças.
3- Fazer da oração uma prioridade! Defina uma hora e lugar acolhedor e amoroso para ajudar as crianças a aceitarem a Deus. Prepare um lugar aconchegante de oração para ser usado antes do início do programa. Você pode incluir uma Bíblia para crianças, almofadas macias, música suave e relaxante como também livros sobre a oração e apropriados à faixa etária
4- Tornar a oração uma rotina! As crianças apreciam a rotina e assim esta deve ser incorporada sempre que possível. Por exemplo, comece o dia com uma oração cumprimentando a Deus: “Pai celestial, ouça a minha oração. Que eu esteja sob o Seu amor e cuidado. Sê meu guia em tudo o que eu fizer hoje. Abençoe aqueles que me amam e a todas as crianças também”. Se durante a programação as crianças forem comer algo, profira esta linda oração: “Obrigado Senhor Deus por este mundo tão belo. Obrigado pelo alimento”.
5- Praticar a oração de improviso! Quando a criança o procura com uma preocupação ou problema, pare e faça uma oração com ela. Peça a direção de Deus. Por exemplo, você pode dizer: “Querido Deus, por favor, ajuda o José a ser melhor. Ajuda-o a partilhar seus brinquedos especiais com seu amigo João”. Por meio de nosso apoio podemos instilar a idéia de que podemos conversar com Deus, a qualquer ora e de que Ele sempre irá ouvir.
6- Usar orações diferentes! Como adultos usamos orações de agradecimento, de adoração, de petição e de louvor. Agradecemos a Deus pela melhor parte de nosso dia e sempre que algo bom acontece – não importa o quão pequeno – dedicamos um minuto para mostrar gratidão. Devemos ensinar isso às crianças. Muitas vezes agradecemos a Deus por Suas bênçãos; devemos incentivar aqueles que estão aos nossos cuidados a fazerem o mesmo.
7- Incorporar atividades práticas sempre que possível! É boa prática planejar formas de permitir às crianças se movimentarem, ver ou tocarem como parte da lição. Crie uma colagem de “Obrigado, Deus” em sua classe e desenhe ou escreva suas orações. Elas podem também mostrar ou dizer como Deus respondeu a cada um. Para as crianças muito pequenas, alguém pode escrever por elas.
8- A cada momento dirigir a atenção das crianças para a Criação de Deus! Dê apoio ao senso natural de admiração e temor daqueles que estão sob sua responsabilidade. Agradeça a Deus, espontaneamente, ao ver um arco-íris depois de uma tempestade, ou as flores da primavera. Diga: “Vejam o que Deus fez para nós"!
9- Convidar as crianças a orarem por motivos específicos! Troquem idéias com as crianças e falem a respeito de situações e de pessoas por quem orar. Torne suas orações significativas ao orar especificamente por crianças da sala, pelas vítimas de alguma catástrofe local ou em outra região.
10- Celebrar a oração de cada criança! Alimente a auto-estima e elogie a oração proferida pela criança. “Muito bem, você fez uma oração muito bonita!” “Obrigado, (nome da criança). Deus fica feliz quando nos dirigimos a Ele”.!
Para ajudar a manter o jornal, se
sentir de Deus a colaborar com este trabalho, não importa o valor:
Banco Itaú: Agência 6475 Conta
Corrente: 09124-2.
Editorial:
Quão formosos os pés dos que anunciam
"E como pregarão se não forem enviados? como
está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que
trazem alegres novas de boas coisas."
(Romanos 10; 15).
Deus não
te chamou para ficar sentado no banco da Igreja, Deus escolheu você para pregar
o Evangelho pelos quatro cantos da terra: "E disse-lhes: Ide por todo o
mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)".
Como diz o versículo 15 do capítulo dez de Romanos "Quão formosos são os pés dos que anunciam...". Você, como escolhido do Senhor, é sal da terra e luz do mundo, e onde colocar a planta de seus pés, a glória de Deus se fará presente.
O foco do escolhido de Deus deve ser Jesus, e levar a Palavra para todos, e não se preocupar com títulos, cargos, posições e etc.
Aquele que possui o chamado de Deus deve se esforçar, zelando pelo ministério que lhe foi concedido, buscando, aprendendo, orando, lendo a Bíblia, e etc. Deus não chama os capacitados, mas Ele capacita aos que chama.
Tenha
amor pela obra de Deus, você é alguém, um escolhido do Senhor.
As vezes
é necessário renunciarmos algumas coisas para que façamos a obra de Deus, para
que haja dedicação. Deus tem uma obra especial na vida de cada escolhido.
Faça a
vontade de Deus, e assim você terá uma vida abençoada.
Ajude-me
em oração, ore e participe desta obra, seja um voluntário, e me ajude a
espalhar a palavra do Senhor, pelo Brasil e exterior.
Que a paz
do Senhor Jesus esteja com você.
Evangelista Andréia
Silva.
Reflexão:
Marcha das Mulheres Livres (Marcha das Vadias)
Hoje em dia as mulheres são taxadas de vadias por qualquer motivo. Jovens, meninas, mulheres de todas as idades recebem esse adjetivo até mesmo de outras mulheres, por causa de discussões, diferenças de opiniões, rivalidades, brigas com namorados ou maridos e, pasmem, até mesmo quando a mulher é estuprada, por mais incrível que pareça.
Foi por este último motivo que surgiu a Marcha das Vadias, que acontece no último final de semana de maio, em vários locais no Brasil, como parte de um movimento internacional. O nome veio em razão da palavra de um policial canadense a respeito de segurança em uma universidade na qual estavam acontecendo vários casos de estupro. Como medida de prevenção, orientou as mulheres a não se vestirem como vadias.
As palavras do policial se tornaram o mote para a marcha, um protesto contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro pediram isso devido as suas vestimentas. Para impactar a opinião pública, as participantes usam roupas provocantes como blusinhas transparentes, lingeries, saias, salto alto ou apenas sutiã e escrevem frases pelo corpo.
É lógico que a roupa da mulher, ou a falta dela, não justifica o estupro, mas isso não significa que concordamos que uma mulher possa vestir-se de maneira indiscreta, expondo o seu corpo indevidamente. Mas ainda que assim seja, nada justifica o estupro, ou o uso da palavra vadia para ofender uma mulher e, muito menos, como nome para uma Marcha. "Pra mim, o nome ideal seria 'Marcha das Mulheres Livres', mas não teria tanto impacto na mídia", opina Tica Moreno, blogueira militante (www.tpmrevista.com.br).
As mulheres enfatizam um termo pelo qual são estigmatizadas, procurando dar a ele um significado positivo. "Eu acho muito difícil reapropriar o significado de um nome”, afirma Lola Aronovich, professora da Universidade Federal do Ceará, e cronista de cinema, também na revista TPM.
É lamentável que uma mulher cristã não possa participar de um ato de protesto, legítimo e que busca a justiça, por causa da maneira como ele acontece. Sentimo-nos constrangidas pelo nome e pela forma como as mulheres são expostas na marcha. Não é porque uma mulher cristã é escolarizada e militante que se justificam atitudes que depõem contra seu testemunho cristão, por mais que saibamos que devemos empreender todos os esforços para combater o estupro.
Muitos dos sofismas deste tempo trabalham sutilmente contra os nossos valores mais profundos e relativizam a integridade de uma mulher. Nossa maneira de lutar também passa pela ética cristã: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus” (II Ct 10.3).
(Pra. Zenilda Reggiani Cintra, publicado em OJB 08julho2012).
Foi por este último motivo que surgiu a Marcha das Vadias, que acontece no último final de semana de maio, em vários locais no Brasil, como parte de um movimento internacional. O nome veio em razão da palavra de um policial canadense a respeito de segurança em uma universidade na qual estavam acontecendo vários casos de estupro. Como medida de prevenção, orientou as mulheres a não se vestirem como vadias.
As palavras do policial se tornaram o mote para a marcha, um protesto contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro pediram isso devido as suas vestimentas. Para impactar a opinião pública, as participantes usam roupas provocantes como blusinhas transparentes, lingeries, saias, salto alto ou apenas sutiã e escrevem frases pelo corpo.
É lógico que a roupa da mulher, ou a falta dela, não justifica o estupro, mas isso não significa que concordamos que uma mulher possa vestir-se de maneira indiscreta, expondo o seu corpo indevidamente. Mas ainda que assim seja, nada justifica o estupro, ou o uso da palavra vadia para ofender uma mulher e, muito menos, como nome para uma Marcha. "Pra mim, o nome ideal seria 'Marcha das Mulheres Livres', mas não teria tanto impacto na mídia", opina Tica Moreno, blogueira militante (www.tpmrevista.com.br).
As mulheres enfatizam um termo pelo qual são estigmatizadas, procurando dar a ele um significado positivo. "Eu acho muito difícil reapropriar o significado de um nome”, afirma Lola Aronovich, professora da Universidade Federal do Ceará, e cronista de cinema, também na revista TPM.
É lamentável que uma mulher cristã não possa participar de um ato de protesto, legítimo e que busca a justiça, por causa da maneira como ele acontece. Sentimo-nos constrangidas pelo nome e pela forma como as mulheres são expostas na marcha. Não é porque uma mulher cristã é escolarizada e militante que se justificam atitudes que depõem contra seu testemunho cristão, por mais que saibamos que devemos empreender todos os esforços para combater o estupro.
Muitos dos sofismas deste tempo trabalham sutilmente contra os nossos valores mais profundos e relativizam a integridade de uma mulher. Nossa maneira de lutar também passa pela ética cristã: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus” (II Ct 10.3).
(Pra. Zenilda Reggiani Cintra, publicado em OJB 08julho2012).
Escola
Bíblica dominical:
Lições
Bíblicas CPAD
Jovens
e Adultos
Lição
2.
Elias, O Tisbita:
Texto Áureo:
“E ele lhes disse: Qual era o trajo do homem que vos veio ao encontro
e vos falou estas palavras? E ele lhe disseram: Era um homem vestido de pelos e
com os lombos cingidos de um cinto de couro. Então, disse ele: É Elias, o
tisbita” (2 Reis 1.7,8).
Convido
antes de iniciarem o Estudo, abrir sua Bíblia, em: 1 Reis 17.1-7.
introdução
Elias foi um dos mais destacados servos de Deus mencionados no Velho Testamento.
Ele testificou de Deus no meio da idolatria, enfrentando o rei de Israel, sua
ímpia rainha, Jezabel, e os 450 profetas de Baal (1Rs 18); ele orou a Deus, e
não choveu naquela terra por três anos e seis meses. Contudo, “Elias era homem
semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tg 5.17). Este homem
simples, sem origem definida, aparece na história do povo escolhido e deixa
marcas indeléveis na história Bíblica. Foi o grande profeta levantado por Deus
no reino de Israel (o reino do norte, o reino das dez tribos), num momento de
grave crise espiritual. Ele confiou, não em si mesmo, mas na força do Senhor
(1Rs 18.46), e viu o cuidado do Senhor durante o seu ministério. Em três
ocasiões diferentes, o Senhor providenciou alimento de forma milagrosa para
Elias, alimento indispensável para que ele pudesse continuar testemunhando do
Senhor: junto ao ribeiro de Querite (1Rs 17.5,6), na casa da viúva de Sarepta
(17.9) e no deserto (19.4-7). A vida de Elias ensina-nos que a determinação,
isto é, a disposição firme de servir a Deus e cumprir o seu ministério é
qualidade indispensável para alcançarmos a vitória espiritual. Tenhamos todos
uma excelente e abençoada aula!
1. A IDENTIDADE DE ELIAS
1. Sua terra e sua gente. Elias é daquelas personagens da
Bíblia de que nada ou quase nada sabemos antes do início do seu ministério.
Elias surge nas páginas sagradas em I Rs.17:1 e de forma repentina, sem
qualquer explicação, nem mesmo da sua genealogia, como é costumeiro fazer-se
quando se trata, pelo menos, de personagens da história de Israel. É
apresentado apenas como “Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade”. Seu nome,
que, em hebraico é ‘Eliáhu” (“Elias” é a forma grega do nome), significa “YAH é
Deus” [YAH (JÁ) é uma forma abreviada do nome divini YAHWEH (JAVÉ), traduzido
em português como “SENHOR”. O nome de Elias corresponde ao tema do seu
ministério: “o Senhor é Deus e não existe outro” e sintetiza de forma sublime,
todo o seu ministério profético: demonstrar ao povo do reino de Israel que o
seu Deus é YAHWEH, o mesmo “Eu sou o que sou” que havia Se revelado a Moisés no
monte Horebe. Além do local de origem, sobre Elias é revelado apenas que se
tratava de um judeu que tinha um modo característico de trajar-se, diferente do
modo usual dos judeus de seu tempo, tanto que bastava a descrição desta
vestimenta para identificá-lo: “…um homem vestido de pêlos e com os lombos
cingidos de um cinto de couro…” (2Rs 1.8). Isto nos dá a entender que Elias
deveria ter uma vida mais ou menos retirada da comunidade, uma espécie de
“eremita” no deserto, o que, aliás, inspirou algumas ordens religiosas cristãs,
notadamente a ordem dos “carmelitas”, que se inspiraram em Elias para construir
a sua vida monástica.
2. Sua fé e seu Deus. O próprio nome Elias, que
significa "YAHWEH é Deus" ou "YAHWEH é meu Deus", já
expressa seu caráter e sua função na história bíblica. O nome Elias corresponde
à missão do profeta e à sua mensagem. E como a consideração disso deve tê-lo
encorajado! Podemos também juntar ao seu extraordinário nome o fato de que o
Espírito Santo designou Elias como “o tesbita”, o que muito significativamente
quer dizer aquele que é estrangeiro aqui. Também temos de perceber um detalhe
adicional que ele era “dos habitantes de Gileade”, cujo nome significa Rochoso
— por causa das características montanhosas daquele país. É sempre alguém assim
que Deus levanta e usa numa hora crítica: um homem que seja totalmente dEle,
separado da perversidade religiosa do seu tempo, e que habita lá no alto; um
homem que, no meio de terrível decadência, sustenta no coração o testemunho de
Deus. Ele foi um campeão do monoteísmo de YAHWEH. É ele quem mantém a fé em
YAHWEH entre o povo e quem luta com vigor pelos Seus direitos. Sua árdua luta
contra todo sincretismo religioso faz deste profeta, que "surgiu como fogo
e cuja palavra queimava como uma tocha", uma figura de primeira linha na
sucessão das duas Alianças. Enquanto o livro apócrifo do Eclesiástico (48.1-11)
canta suas glórias, os livros dos Reis nos contam sua vida de forma ampla.
Nesta narração distinguem-se dois ciclos: "o ciclo de Elias" (1Rs 17
- 2Rs 1,18), que se centra na atividade do profeta, e o "ciclo de
Eliseu" (2Rs 2-13), que começa com o arrebatamento de Elias, momento em
que Eliseu o sucede. “Então, Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse
a Acabe: Tão certo como vive o SENHOR, Deus de Israel, perante cuja face estou,
nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra” (1 Reis
17.1). Deus, triunfantemente, agora levanta uma poderosa testemunha para Si mesmo.
Elias nos é aqui apresentado da forma mais abrupta. Não há registro da sua
parentela nem de como ele vivia. Não sabemos nem a que tribo ele pertencia,
apesar de que o fato de que ele era “dos habitantes de Gileade” indique
provavelmente que ele pertencia ou a Gade ou a Manassés, porque Gileade se
encontrava entre essas duas tribos. “Gileade se situa ao leste do Jordão: era
região deserta e rude; suas colinas estavam cobertas de florestas desordenadas;
seus terríveis lugares ermos somente eram interrompidos pelo súbito
aparecimento dos riachos das montanhas; seus vales costumavam ser freqüentados
por ferozes feras selvagens”. “Tenho sido zeloso pelo SENHOR, Deus dos
Exércitos” (1 Reis 19.10). Essas palavras não podem significar menos do que
isto: ele tinha profundo amor e preocupação com a glória de Deus, e a glória do
Seu nome significava para ele mais do que qualquer outra coisa. Em conseqüência,
ele deveria estar sofrendo profundamente e cheio de santa indignação à medida
que ficou sabendo mais e mais das terríveis características e da extensão da
deserção de Israel de Jeová.
2-. O MINISTÉRIO PROFÉTICO DE ELIAS
1. Sua vocação e chamada. Num curto espaço de tempo desapareceu
qualquer vestígio da terra de Israel da correta adoração de YAHWEH e uma grosseira
idolatria se tornou desenfreada. Adoravam-se os bezerros de ouro em Dã e em
Betel, erigiu-se um templo a Baal em Samaria, os “postes-ídolos” de Baal
apareceram por todo lado, e os sacerdotes de Baal passaram a dominar a vida
religiosa de Israel. Declarava-se abertamente que Baal vivia e que YAHWEH já
não existia. É possível perceber o estado revoltante que se havia instalado
nesta declaração: “Também Acabe fez um poste-ídolo, de maneira que cometeu mais
abominações para irritar ao SENHOR, Deus de Israel, do que todos os reis de
Israel que foram antes dele” (1Rs 16.33). Desacato ao Senhor Deus e
perversidade grosseira chegaram ao seu ponto culminante. Isso fica mais
evidente do seguinte texto: “Em seus dias, Hiel, o betelita, edificou a Jericó”
(v. 34). Isso foi uma terrível insolência, porque no passado já tinha sido
escrito: “Naquele tempo, Josué fez o povo jurar e dizer: Maldito diante do
SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; com a
perda do seu primogênito lhe porá os fundamentos e, à custa do mais novo, as
portas” (Js 6.26). A reconstrução da amaldiçoada Jericó era uma visível
provocação à Deus. Ora, foi em meio a essa escuridão espiritual e degradação
que se apresenta no palco da ação pública, com brusca dramaticidade, uma
solitária, mas impressionante testemunha do Deus vivo. Um famoso comentarista
iniciou as suas observações a respeito de 1 Reis 17 dizendo o seguinte: “O mais
ilustre profeta, Elias, foi levantado no reino do mais perverso dos reis de
Israel”. Esse é um breve mas exato resumo da situação de Israel naquele tempo:
não apenas isso, mas isso fornece a chave para tudo o que se segue. É de fato
lamentável contemplar as terríveis condições que prevaleciam. Havia-se
extinguido toda e qualquer luz, havia-se silenciado toda e qualquer voz de
testemunho da parte de Deus. A morte espiritual havia-se espalhado sobre tudo,
e parecia que Satanás tinha de fato conseguido dominar a situação.
2. A natureza do seu ministério. Provavelmente, a questão que mais atormentava Elias
era a seguinte: “Como é que eu devo agir?” O que é que ele, um rude e inculto
filho do deserto, poderia fazer? Quanto mais pensava nisso, mais difícil deve
ter parecido a situação; e sem dúvida Satanás deve ter soprado em seu ouvido:
“Você não pode fazer nada; a situação não tem solução”. Mas havia uma coisa que
ele podia fazer: entregar-se àquele grande recurso reservado a todas as almas
profundamente atormentadas — ele podia orar. E ele o fez: conforme Tg 5.17 nos
informa, ele orou “com instância”. Ele orou porque estava persuadido de que o
Senhor Deus vivia e governava todas as coisas. Ele orou porque reconheceu que
Deus é todo-poderoso e que com Ele todas as coisas são possíveis. Ele orou
porque sentiu sua própria fraqueza e insuficiência e por isso voltou-se Àquele
que é revestido de poder e é infinitamente autossuficiente. Mas, para ser
eficiente, a oração tem de firmar-se na Palavra de Deus, visto que sem fé é
impossível agradar a Deus, e a fé “é (vem) pelo ouvir, e o ouvir pela palavra
de Deus”(Rm 10.17). Ora, havia uma passagem específica nos livros das
Escrituras daquela época que parece ter chamado a atenção de Elias:
“Guardai-vos não suceda que o vosso coração se engane, e vos desvieis, e
sirvais a outros deuses, e vos prostreis perante eles; que a ira do SENHOR se
acenda contra vós outros, e feche ele os céus, e não haja chuva, e a terra não
dê a sua messe” (Dt 11.16,17). Era exatamente esse o crime do qual Israel era
agora culpado: eles tinham se desviado para adorar deuses falsos. Suponhamos,
então, que Deus não executasse esse juízo ameaçador — não pareceria de fato que
Jeová não passava de um mito, uma tradição morta? E Elias era “em extremo
zeloso pelo Senhor dos Exércitos”, e somos informados que ele “orou, com
instância, para que não chovesse sobre a terra” (Tg 5.17). Por meio disso,
aprendemos mais uma vez o que é a verdadeira oração: é a fé que se agarra à
Palavra de Deus, alegando-a diante dEle, e dizendo: “faze como falaste” (2Sm
7.25).
3-- ELIAS E A MONARQUIA
1. Buscando a justiça. Elias surgiu no palco da ação
pública durante uma das horas mais escuras da triste história de Israel. Ele
nos é apresentado no início de 1 Reis 17, e temos apenas de ler os capítulos
anteriores para descobrir o estado deplorável em que se encontrava o povo de
Deus. Nunca antes essa nação favorecida tinha se afundado tanto. Haviam-se
passado cinqüenta e oito anos desde que o reino tinha sido dividido em dois
após a morte de Salomão. Durante esse breve período, não menos de sete reis
haviam reinado sobre as dez tribos, e todos eles, sem exceção, foram homens
perversos. É de fato doloroso traçar o triste curso que seguiram, e ainda mais
trágico observar como se tem repetido o mesmo fato na história da cristandade.
2. A restauração do culto. O profeta possuía um nome admirável,
rico em significado. Elias pode ser traduzido como “Deus é Jeová” ou “Jeová é
meu Deus”. A nação apóstata havia adotado Baal como a sua divindade, mas o nome
do nosso profeta proclamava o verdadeiro Deus de Israel. A julgar pela analogia
das Escrituras, podemos concluir com segurança que esse nome havia sido dado a
ele por seus pais, provavelmente sob impulso profético ou em consequência de
orientação divina. No texto de 1Rs 18.31, ficamos sabendo que Elias “tomou doze
pedras, segundo o número das tribos dos filhos de Jacó”, isso enfatizou a
unidade do povo de Israel, apesar da divisão do reino em dois. Dessa forma,
salientou que o fato ocorrido no monte Carmelo não era relevante somente para
as tribos do Norte, mas para as tribos do Sul, por semelhante modo (Êx 20.25;
24.4; Js 4). Elias não era uma pessoa que havia se misturado com as estruturas
religiosas desvirtuadas e contaminadas do reino de Israel. Nos dias de Elias,
vivia Israel uma situação espiritual extremamente difícil. O rei era Acabe,
filho de Onri, o fundador da terceira dinastia (família real) do reino de
Israel, o reino do norte, o reino das dez tribos que haviam se separado de
Roboão, neto de Davi (cf. I Rs.12:16-25). Esta terceira família reinante não se
apartou do pecado de Jeroboão, o primeiro rei de Israel (reino do norte), que
havia criado um culto próprio, fazendo sacerdotes dos mais baixos entre o povo,
e levando o povo a adorar dois bezerros de ouro, um situado em Dã e outro em
Betel (cf. I Rs.12:26-33), tendo, além disso, Acabe se casado com Jezabel,
filha do rei de Sidom, que, ao se mudar para Israel, trouxe com ela o culto a
Baal, o deus da fertilidade dos fenícios, criando, assim, um culto rival ao
culto a Deus. Servir a Deus nestas circunstâncias não era nada fácil, pois, ou
se adotava o culto oficial do reino, criado no tempo de Jeroboão, idolátrico e
totalmente desvirtuado das prescrições da lei de Moisés ou, então, se aderia ao
culto a Baal, trazido por Jezabel e que alcançou grande popularidade. Isto
explica o distanciamento físico não só de Elias mas também dos filhos dos
profetas, que não tinham espaço para, com liberdade, servir a Deus em meio a
estruturas sociais altamente desfavoráveis a quem buscasse a
presença Senhor.
4- ELIAS E A LITERATURA BÍBLICA
1. No Antigo Testamento. Elias foi o principal profeta
de YAHWEH quando Acabe e Jezabel estavam promovendo a adoração a Baal em
Israel. Elias surge nas páginas sagradas em I Rs.17:1 e de forma repentina, sem
qualquer explicação, nem mesmo da sua genealogia, como é costumeiro fazer-se
quando se trata, pelo menos, de personagens da história de Israel. Flávio
Josefo também fez menção a Elias em suas Antiguidades Judaicas: “Havia agora um
profeta do Deus Misericordioso, de Tisbe, uma cidade de Gileade, que veio a
Acabe…” (JOSEFO, Antiguidades Judaicas 8:319. Disponível em:
http://www.perseus.tufts.edu/cgi-bin/ptext?doc=Perseus%3Atext%3A1999.01.0146;query=whiston%20chapter%3D%23115;layout=;loc=8.363
Acesso em: 31 maio 2007) (tradução nossa de texto em inglês).
2. No novo
Testamento. No oriente próximo, era prática comum enviar mensageiros que
precedessem um rei visitante com o objetivo de anunciar a sua vinda e de
remover quaisquer dificuldades ou obstáculos. No Novo Testamento, Elias é
apontado como o último desta categoria a aparecer antes da vinda do Senhor, que
é o “Anjo da Aliança”. A missão desse mensageiro é trazer o arrependimento
antes do dia do Senhor. O Novo Testamento indica este “Elias” como João Batista
(Mt 11.14; 17.10; Mc 9.11-13; Lc 1.17).
CONCLUSÃO
Não podemos desfalecer, apesar
das dificuldades dos nossos dias, esta é a grande lição que nos legou o profeta
Elias. O pecado aumenta e de forma institucionalizada, amparado por leis
esdrúxulas, por isso, tem de aumentar a denúncia contra o pecado. Ainda que
haja trevas, ainda que muitos se envergonhem do Evangelho e da Palavra de Deus,
devemos repetir aquela palavras ditas pelo profeta Miquéias: “Mas, decerto,
eu sou cheio da força do Espírito do SENHOR e cheio de juízo e de ânimo, para
anunciar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado” (Mq 3.8).
Combatamos o bom combate até que acabemos a nossa carreira. nele, que me
garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de
vós, é dom de Deus" (Ef 2.8),
Questionário:
1.Qual o significado do nome Elias? ________________________________________________________________
2. Que fatos autenticam o ministério profético de Elias?
______________________________________________________________________
3. Descreva a atuação de Elias durante a monarquia na qual viveu.
______________________________________________________________________
4. Que fatos podem ser destacados sobre o ministério de Elias no
Antigo Testamento?
_____________________________________________________________________
5. Cite pelo menos três referencias
bíblicas sobre Elias no Novo Testamento.
Responda
todos os questionários, se possível em folha separada, todos estarão
concorrendo a brindes, no mês de dezembro. Estarei avaliando todos os estudos,
apartir deste mês de Setembro, amém?
O Mundo em seu lar:
O
Mundo em Seu Lar:
Entre os divertimentos mundanos existentes hoje, a televisão é o
maior bandido no caminho da vida. Está levando as pessoas a um estado de
sonolência moral e espiritual. Sua influência maligna tem invadido inúmeros
lares. Cenas revoltantes de imoralidade e crime estão penetrando a santidade do
lar. Trata-se de algo muito mais perigoso do que as demais influências
pecaminosas que existem por todo lado, pois fica dentro de casa – e isto com o
consentimento dos pais.
A maioria dos pais nunca chegou a cogitar a possibilidade de levar
seus filhos às casas noturnas, aos cinemas que passam filmes
pornográficos, ou a qualquer outro lugar onde se cometem imoralidades. E, no
entanto, aquilo que se vê nestes lugares é visto por adultos e crianças – bem
na sala de casa. Isto para Satanás tem sido uma vitória de proporções
estrondosas! Durante toda a história do homem, será que já houve coisa
semelhante para destruir tão completamente a juventude em nível mundial?
É um fato indiscutível que aquilo que se vê com os olhos deixa uma
impressão nítida na mente humana. Também é um fato que o que mais se vê na
televisão são assaltos a mão armada, brigas, homicídios, e cenas de homens e
mulheres bebendo, fumando, dançando – muitas vezes praticamente nus.
Em tudo isso o que está em jogo é a moralidade e a sobrevivência
espiritual das multidões. Os milhões de telespectadores, já num estado de
anemia moral aguda, e sem força para resistir, estão se alimentando diariamente
com uma dieta de brutalidade e crimes violentos, servida por homens totalmente
sem escrúpulos.
Se gasta muito tempo valioso
na frente deste aparelho. A Bíblia adverte contra o desperdício de tempo:
“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo
o tempo, porque
os dias são maus” (Efésios 5:15-16).
Os
programas exibidos estão se degenerando cada vez mais. Há um desprezo pela vida
familiar. O divórcio, o adultério, e o aborto são apresentados como algo
totalmente normal. Antenas parabólicas captam os piores programas de violência
e pornografia do exterior. Aparelhos de vídeo possibilitam a gravação de filmes
impudentes que passam na televisão – mesmo na ausência da pessoa – para serem
vistas na hora que quiser, sem falar nos filmes pornográficos que podem ser
alugados. Há programas para desviar a mente humana das realidades da vida,
praticamente vinte e quatro hor Hoje muitas famílias estão perdendo as
bênçãos mais ricas da vida – em troca das alfarrobas (leia Lucas 15:16) que este
mundo frio oferece àqueles que comem à sua mesa. As novelas, os shows, e a
grande variedade de divertimentos apresentados pela televisão nunca poderão
substituir aquilo que já se perdeu – a tranqüilidade de um lar onde Deus fica
em primeiro lugar. Seria extremamente difícil, num lar onde há televisão,
manter um ambiente conducente à vida pura e virtuosa, e praticar aquilo que é
verdadeiro, honesto, justo, puro, e amável (leia Filipenses 4:8).as
por dia.
Estamos vivendo nos últimos tempos. Logo, logo os juízos de Deus
cairão sobre um mundo que só quer saber de prazer. Sendo que o pecado e a
iniqüidade estão se multiplicando por todo lado, o amor de muitos está
esfriando (leia Mateus 23:12). Hoje a graça de Deus ainda está à disposição da
humanidade, mas quando passar este tempo, não haverá mais oportunidade de
escolher o caminho certo. É preferível ficar sem a televisão hoje do que ser o
objeto da ira de Deus no dia final, e ser condenado por negligência da sua
própria família. “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24). “Instrui
o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará
dele” (Provérbios 22:6).
Ao ler
estas linhas que dão conta destes fatos assustadores e inquietantes, você sente
no fundo de seu coração um desejo de mudar a sua vida; de procurar a verdadeira
felicidade? “Pelo que saí do meio deles, apartai-vos, diz o Senhor. Não toqueis
nada imundo, e eu vos receberei” (2 Coríntios 6:17).
A verdadeira felicidade não se encontra nos prazeres e paixões
momentâneos, mas sim, no tesouro divino de uma consciência limpa e um
coração puro.
Prezado leitor, vamos aceitar o convite que
Deus está nos fazendo, e abandonar toda e qualquer coisa que possa nos
prejudicar ou corromper. Procuremos antes aquelas coisas que nos podem proporcionar
os verdadeiros valores da vida, o amor, e a felicidade, para assim termos
corações e lares felizes.
Enviado Pelo PR. Fernando Costa.
Pergunta que vale Prêmio:
Quem fez um machado flutuar?
Continuamos
com a nossa pergunta neste mês, valendo um precioso livro Bíblico, para
edificação.
Missões: Oriente médio:
Jabalis é um povo que está na lista dos povos não
alcançados no mundo. Jabal é uma palavra árabe que significa “montanha”, sendo
assim, chamamos de Jabalis aquelas pessoas que vive as montanhas .Os jabalis tem uma língua própria e costumes que
diferem dos árabes em geral. Terminamos recentemente o mapeamento desse povo,
onde descobrimos que cerca de 3.500 Jabalis ainda vivem nas montanhas e um
grande maioria de descendentes migrou para as cidades próximas, viajando para
as montanhas só nos finais de semana. No entanto, os 3.500 Jabalis que ainda vivem nas montanhas continuam sem
ouvir do Evangelho, devido a diversas barreiras, entre elas a lingüística .Peço
que orem, por esse povo e pelo projeto
de tradução. Que em breve possamos ver o primeiro Jabali se rendendo aos pés do
nosso Mestre.
Mauricio
Savi- Itapevi- SP.
Grata pelo jornalzinho, por tantas bênçãos, que ele
vem trazendo, Parabéns. E muito obrigada pelas mensagens, com todas as bênçãos
que me dedicou. Estou desde já, orando por você e pelos doentes que com certeza
você vai encorajar, através da palavra de Deus, e com as orações. Ah! E gosto
muito de ler os testemunhos que são publicados, e também das receitas, eu fiz o
bolinho de arroz, ficou muito bom.
A paz do Senhor fico na esperança de receber mais
correspondências.
Célia-Niterói-RJ.
Irmã, eu
já estou lendo a Bíblia que me enviou, e já comecei ir á Igreja, agradeço a
irmã, e a todos que colaboram com o Jornal. Estou muito feliz de estar
recebendo o Jornal junto às mensagens, Deus lhe pague, só Deus para lhe
recompensar o que está fazendo por mim, peço orações para que Deus me abra uma
porta de emprego, e me despeço na paz do Senhor.
Daniel Dantas- São Tomas de Aquino- MG.
Minha vida antes de confiar em Jesus, era tudo
errada achava que era feliz, tinha uma vida que eu queria, nem pensava em ir a
Igreja, quando me falavam de Jesus, eu zombava, das pessoas, porque não queria
saber do Evangelho, as vezes eu colocava os cachorros para correr atrás dos
crentes, para tira-los da minha rua, mas nunca me trataram mal, nem ficaram com
raiva, ao contrário, mesmo assim, me tratavam bem, com carinho, eu me sentia o
tal, mas os crentes com humildade, sempre me trazia a palavra de Deus, sem
medo.
Como foi que chegaste a confiar (crer) em Jesus?
Numa dessas mensagens de um profeta de Deus, ele me
disse que o inimigo tinha um grande laço, num certo dia estourou uma onde de
guerra, numa boca de fumo, onde tomei dois tiros na cabeça, de forte calibrio,
fiquei uma semana de coma, depois que sai do coma, recebi uma notícia, que iria
ficar cheio de seqüelas, mais foi ai, que conheci o poder de Deus, uma amiga da
família, chegou cheia do Espírito profetizando, que eu iria ficar curado, ali
ela orou por mim, daquele dia em diante tudo mudou voltei a andar, e fiquei sem
nenhuma seqüela, para honra e glória do nosso Deus. Jesus tem manifestado seu
amor em minha vida, apesar de está preso desde 2006, eu nunca mais larguei a
palavra de Deus. Antes só andava armado, hoje só ando com uma armadura, a
Bíblia Sagrada, falando da salvação para todos.
O Jornal Semeadores representa muito para mim,
pois através dele, muitos estão lendo e
estudando a palavra de Deus aqui, e muitos tem se convertido através do Jornal,
para honra e glória de Deus, O Jornal Semeadores, tem ajudado muitos aqui, é
uma representação da palavra de Deus, para nossas vidas, eu oro todos os dias,
para que o Jornal chegue a todos os lugares, e também em outros países, para
que mais pessoas, venham conhecer a palavra de Deus, e ter um encontro
verdadeiro com Cristo. Agradeço a irmã, que me enviou o Jornal Semeadores pela
primeira vez, é uma irmã, que corresponde conosco aqui no cárcere.
José Alvaro de Carvalho-SP.
Hino, ao findar o labor desta vida, qual destino a de ter a tua alma!

Agenda de oração:
E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu
fruto.
Tiago 5:18,
"Confessai as vossas culpas uns
aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um
justo pode muito em seus efeitos."(Tiago 5:16).
Pedidos de Oração:
Pelo Arlindo Furtado (saúde), Vó Cecila
Lourenço Rodrigues ( Saúde), Antônio de Florianópolis, todos Semeadores de
Cristo, sedentos de ganhar almas para Cristo, Pelos enfermos, presídios, as
famílias da terra, Fernando e nelci, Pastor Vitorino Silva...
Passatempo Bíblico:
Indicação
de Filmes:Bebê de Outubro:
Glorioso Deus e pai eterno, Pai quero
neste momento, te agradecer, por até aqui nos ajudou o Senhor, e agradecer-te,
por sua obra em nossas vidas, pela vida de nossos leitores do Jornal, por cada
colaborador deste trabalho, que o Senhor, os abençoe abundantemente, em nome de
Jesus, e sabemos pai, que a tua palavra jamais voltará vazia, creia nesta
promessa de Isaias 55.10.
Agradeço por tuas misericórdias,
constantes em nossas vidas, coloco diante de ti, cada leitor, cada enfermo,
cada presidiário, diante de ti, que o Senhor, possa os visitar em nome de
Jesus, repreendendo todo tipo de mal, sobre eles, dando força em sua caminhada,
libertação, e peço uma benção especial, aos que estão fora de seus caminhos, se
encontram desviados, doentes pela lepra do pecado, e não tem forças para sair,
que o Senhor venha repreender, este demônio, que tem se apossado, desta pessoa,
colocando em sua mente, desejos de prostituição, desejos homossexualismo,
coisas que tem afastado estas pessoas, do verdadeiro caminho, repreende nome de
Jesus, pai o demônio de feitiçaria, idolatria, salva Pai, que teu poder desça
em nome de Jesus, e liberte estas pessoas, que se encontra nesta situação,
reconstitui, este casamento, que vem sendo abalado pelo divórcio, não deixa
Pai, salva em nome de Jesus este lar, desça tua unção sobre cada família, Pai,
visita os Países La fora, em conflito, derrama tua unção sobre cada
missionário, que estão lá trabalhando em favor das almas, sustenta-os, com
força, e com tua palavra, em nome de
Jesus, te agradeço por tudo, peço perdão por minhas falhas, amém.
Te amo Jesus!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Jornal Missionário Semeadores de Cristo, 9º Edição:
Jornal Missionário Semeadores de Cristo, 9º Edição:

Lições
Bíblicas CPAD
Jovens
e Adultos
TEXTO ÁUREO
VERDADE
PRÁTICA








R: O Profeta Eliseu... E, como desceu a ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. E feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu. 2 Reis 6:18.
Espaço do Leitor:
Meu nome é Domingos,
sou ex- tatuador, graças a Deus estou bem independente do lugar onde me
encontro, pois as grades prendem o meu corpo carnal, mas jamais, prenderá a
minha alma, que hoje graças a Deus está liberta espiritualmente, para glória de
Deus,
E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.
Pão Caseiro:

Paz:
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos
dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se
atemorize.” João 14.27.
Paz não é ausência de
dificuldades, mas a certeza de que Deus está no controle de todas as coisas e
que sua proteção está sobre nossas vidas. Esta paz é fruto da confiança em Deus
e é dela precisamos a paz que somente Deus pode oferecer!
Amados (as), com muita alegria m eu coração, venho agradecer primeiramente a Deus, por mais está oportunidade de editar, mais uma edição do jornal Semeadores de Cristo e também agradecer a você Colaborador deste jornal, que tem orado por mim, por este trabalho, os irmãos sabem não é fácil, é espinhoso, mas gratificante fazer para o nosso Deus, este trabalho, e não podemos ficar parados, Igreja de Cristo. Peço a você Igreja de Cristo, que também não fique ai parado, ore por este trabalho, participe, contribua, quando possível, tire Xerox deste exemplar, envie a alguém, seu vizinho, seu amigo, parentes, onde estiver, fale de Jesus, testemunhe através de sua vida, pense nas vidas que estão sendo ceifadas sem conhecer a Cristo, amém!
Deus os abençoe!
Amados (as), com muita alegria m eu coração, venho agradecer primeiramente a Deus, por mais está oportunidade de editar, mais uma edição do jornal Semeadores de Cristo e também agradecer a você Colaborador deste jornal, que tem orado por mim, por este trabalho, os irmãos sabem não é fácil, é espinhoso, mas gratificante fazer para o nosso Deus, este trabalho, e não podemos ficar parados, Igreja de Cristo. Peço a você Igreja de Cristo, que também não fique ai parado, ore por este trabalho, participe, contribua, quando possível, tire Xerox deste exemplar, envie a alguém, seu vizinho, seu amigo, parentes, onde estiver, fale de Jesus, testemunhe através de sua vida, pense nas vidas que estão sendo ceifadas sem conhecer a Cristo, amém!
Deus os abençoe!
Evangelista Andréia Silva.
Colaboradores:
Irmão
José Valcélio- CE , PB. José Daniel-
Carangola MG./ Valentim- SP/. Irmã Inês – CE/ Baltazar de São Paulo/ Pastor
Vitorino Silva- RS, / Irmão Mauro Bento- SC, Lauriete- SC,
Parceiro
em Oração:
Pastor
Fernando Costa.
Escola
Bíblica dominical:
Lições
Bíblicas CPAD
Jovens
e Adultos
Lição 1.
A apostasia no Reino
de Israel
TEXTO ÁUREO
“E sucedeu que (como se fora coisa leve
andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate), ainda tomou por mulher a
Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e se
encurvou diante dele” (1 Rs 16.31).
VERDADE
PRÁTICA
A apostasia na história
do povo de Deus é um perigo real e não uma mera abstração. Por isso, vigiemos.
Por favor, antes de
iniciar a ler o estudo completo, leia a sua Bíblia, em: 1 Reis 16.29-34.
introdução
Palavra Chave
Apostasia: Abandono ou deserção da
fé.
Podemos afirmar, com segurança, que um dos períodos
mais sombrios na história do reino do Norte, também denominado “Israel”,
ocorreu durante o reinado de Acabe, filho de Onri. Acabe governou entre os anos
874 e 853 a.C, e o seu reinado foi marcado pela tentativa de conciliar os
elementos do culto cananeu com a adoração israelita.
Uma primeira leitura dos capítulos 16.29 — 22.40 do
livro de 1 Reis, revela que essa mistura foi desastrosa para o povo de Deus. Na
prática, o culto ao Deus verdadeiro foi substituído pela adoração ao deus falso
Baal, trazendo como consequência uma apostasia sem precedentes e pondo em risco
até mesmo a verdadeira adoração a Deus.
I. AS
CAUSAS DA APOSTASIA
1.
Casamento misto. O texto bíblico põe o
casamento misto de Acabe com Jezabel, filha de Etbaal rei dos sidônios, como
uma das causas da apostasia no reino do Norte. O relato bíblico destaca que
Acabe “tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi e
serviu a Baal, e o adorou” (1 Rs 16.31).
Foi em decorrência desse
casamento pagão que a idolatria entrou com força em Israel. Embora se fale de
um casamento político, as conseqüências dele foram na verdade espirituais. A
mistura sempre foi um perigo constante na história do povo de Deus. Os crentes
devem tomar todo o cuidado para evitar as uniões mistas. A Escritura, tanto no
Antigo como em o Novo Testamento, condena esse tipo de união (Dt 7.3; 2 Co
6.14,15).
2.
Institucionalização da idolatria. A
união de Acabe com Jezabel demonstrou logo ser desastrosa, pois através de sua
influência, Acabe “levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em
Samaria” (1 Rs 16.32). A institucionalização da idolatria em Israel fica
evidente quando o autor sagrado destaca que também Acabe “fez um poste-ídolo,
de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel,
do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (1 Rs 16.33). Não há
dúvida de que o culto a Baal estava suplantando o verdadeiro culto a Deus.
Havia uma idolatria financiada pelo Estado.
Vez por outra temos visto Satanás
tentando se valer do poder estatal para financiar práticas que são contrárias
aos princípios cristãos. Por isso devemos orar pela nação para que ela seja um
canal de bênção e não de maldição.
SINOPSE
DO TÓPICO (I)
Tanto no Antigo como em o Novo Testamento as
Escrituras condenam o casamento misto.
II. OS
AGENTES DA APOSTASIA
1.
Acabe. Onri, pai de Acabe e rei de
Israel que reinou entre os anos 885 e 874 a.C, foi um grande administrador,
tanto na política interna como na externa de Israel. Mas foi um desastre como
líder espiritual do povo de Deus (1 Rs 16.25,26). O pecado de Acabe foi andar
nos caminhos idólatras de seu pai, que foi um seguidor de Jeroboão, filho de
Nebate (1 Rs 16.26) e também ter aderido aos maus costumes dos cananeus,
trazidos por sua esposa, Jezabel (1 Rs 16.31). Esse fato fez com que Acabe se
tornasse um instrumento muito eficaz na propagação do culto idólatra a Baal.
Devemos ser imitadores do que é bom e não daquilo que é mau.
2.
Jezabel. De acordo com o relato de 1
Reis 18.19, Jezabel trouxe para Israel seus deuses falsos e também seus falsos
profetas. Teve uma verdadeira obstinação na implantação da adoração a Baal em
território israelita. Foi sem dúvida alguma uma agente do mal na tentativa de
suprimir ou acabar de vez com o verdadeiro culto a Deus. Não fosse a
intervenção do Senhor através dos profetas, em especial Elias, ela teria
conseguido o seu intento. O Senhor sempre conta com alguém a quem Ele levanta
em tempos de crise.
SINOPSE
DO TÓPICO (II)
Em Israel, Acabe e Jezabel foram
os agentes mais eficazes da apostasia.
III. AS
CONSEQUÊNCIAS DA APOSTASIA
1. A perda da
identidade nacional e espiritual. As palavras de Elias: “Até quando coxeareis entre dois
pensamentos?” (1 Rs 18.21), revela a crise de identidade dos israelitas do
reino do Norte. A adoração a Baal havia sido fomentada com tanta força pela
casa real que o povo estava totalmente dividido em sua adoração. Quem deveria
ser adorado, Baal ou o Senhor? Sabemos pelo relato bíblico que Deus havia
preservado alguns verdadeiros adoradores, mas a grande massa estava totalmente
propensa à adoração falsa. A nação que sempre fora identificada pelo nome do
Deus a quem servia, estava agora perdendo essa identidade.
2. O julgamento
divino. É nesse
cenário que aparece a figura do profeta Elias predizendo uma seca que duraria
cerca de três anos (1 Rs 17.1; 18.1). A fim de que a nação não viesse a perder
de vez a sua identidade espiritual e até mesmo deixar de ser vista como povo de
Deus, o Senhor enviou o seu mensageiro para trazer um tratamento de choque à
nação. Julgamento semelhante ocorre durante o reino de Jeorão, filho de Josafá
e genro de Acabe, que recebe uma carta do profeta Elias. Nela é anunciado o
juízo divino sobre a sua vida e reinado (2 Cr 21.12-15). O Senhor mostrou
claramente que a causa do julgamento estava associada ao abandono da verdadeira
fé em Deus. Tempos depois o apóstolo dos gentios irá nos lembrar da necessidade
de nos corrigirmos diante do Senhor (1 Co 11.31,32).
SINOPSE
DO TÓPICO (III)
As consequências da apostasia à nação de Israel
foram duas: a perda da identidade nacional (e espiritual) e o julgamento
divino.
IV. APOSTASIA
1. Um perigo real. A apostasia era algo bem real
no reino do Norte. Estava espalhada por toda parte. Na verdade a palavra
apostasia significa, segundo os léxicos, abandonar a fé ou mudar de religião.
Foi exatamente isso que os israelitas estavam fazendo, estavam abandonando a
adoração devida ao Deus verdadeiro para seguirem aos deuses cananeus.
Em o Novo
Testamento observamos que os cristãos são advertidos sobre o perigo da
apostasia! Na Epístola aos Hebreus o autor coloca a apostasia como um perigo
real e não apenas como uma mera suposição (Hb 6.1-6). Se o cristão não mantiver
a vigilância é possível sim que ele venha a naufragar na fé.
2. Um mal evitável. Já observamos que Acabe foi um
rei mau (1 Rs 16.30). Em vez de seguir os bons exemplos, como os de Davi, esse
monarca do reino do Norte preferiu seguir os maus exemplos. O cronista destaca
que “ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mal
perante o Senhor, porque Jezabel sua mulher, o instigava” (1 Rs 21.25), Ainda
de acordo com esse mesmo capítulo, Acabe se contristou quando foi repreendido
pelo profeta, mas parece que foi um arrependimento tardio (1 Rs 21.17-29).
Tivesse ele tomado essa atitude antes, o seu reinado teria sido diferente.
Por que não seguir
os bons exemplos e assim evitar o amargor de um arrependimento tardio?
SINOPSE DO TÓPICO (IV)
A apostasia é um perigo real, mas
também é um mal evitável através da vigilância do crente.
CONCLUSÃO
Ficou perceptível
nessa lição que a apostasia no reino do Norte pôs em perigo a existência do
povo de Deus durante o reinado de Acabe. A sua união com Jezabel demonstrou ser
nociva não somente para Acabe, que teve o seu reino destroçado, mas também para
o povo de Deus, que por muitos anos ficou dividido entre dois pensamentos em
relação ao verdadeiro culto.
As lições deixadas
são bastante claras para nós: não podemos fazer aliança com o paganismo mesmo
que isso traga algumas vantagens políticas ou sociais; a verdadeira adoração a
Deus deve prevalecer sobre toda e qualquer oferta que nos seja feita. Mesmo que
essas ofertas tragam grandes ganhos no presente. Todavia nada significam quando
mensuradas pela régua da eternidade.
Questionário:
1-
A apostasia trouxe como
conseqüência a perda da identidade nacional e o julgamento divino. De que forma
Deus usou Elias para atuar neste processo?
2-
Identifique as causas e
os agentes da apostasia em Israel?
3-
Qual o perigo da
Apostasia?
4-
De que forma acabe e Jezabel
se tornaram agentes da apostasia em Israel?
Responda todos os questionários, se
possível em folha separada, todos estarão concorrendo a brindes, no mês de
dezembro. Estarei avaliando todos os estudos, apartir deste mês de Setembro,
amém?
Qual o profeta que pediu a Deus para ferir um
exercito com cegueira?
R: O Profeta Eliseu... E, como desceu a ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. E feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu. 2 Reis 6:18.
Pergunta que vale prêmio:
Quem fez um machado flutuar?
Aos acertadores estarão concorrendo, a um livro para edificação, lembrando que só vale respostas, com referência Bíblica, amém.
Aos acertadores estarão concorrendo, a um livro para edificação, lembrando que só vale respostas, com referência Bíblica, amém.
Ação Social:

Se
você, sentir de Deus em ajudar ao Jornal Semeador, a continuar a levar a semente,
por toda parte do Brasil e exterior, dentro e fora dos Presídios, preciso de
sua ajuda, em oração e ação também.
Todo
homem e Mulher cujo coração se mover a trazer alguma causa para toda a obra que
o Senhor ordenará. Êxodo 35.29.
Ofertas
Voluntárias: Conta Corrente: 09124-2. Agência Banco Itaú 6475.
O Jornal está necessitando sua ajuda, em selos, Bíblias,
livretos, envelopes, adesivos Bíblicos, marca Páginas Bíblicos, chamex, o que
você sentir, em seu coração, em doar, amém.
Uma aparente tragédia:
Um sobrevivente de naufrágio ficou isolado em certa ilha
desabitada. Após algum tempo, ele conseguiu construir uma cabana primitiva onde
guardou as poucas coisas que salvara da catástrofe. Ele pediu a Deus que o
livrasse daquela situação. Dia após dia vasculhava o horizonte à procura de
algum navio que pudesse estar naquela região.
Certo dia quando retornava de sua busca por comida, Le ficou
horrorizado: sua cabana estava pegando fogo.
A pior coisa que podia acontecer aconteceu. Tudo o que
conseguiu resgatar do naufrágio ardia nas chamas.
Aparentemente, ele vivia uma tragédia. E se revoltou.
Porém, de acordo com a insondável sabedoria de Deus, essa
perda se transformou numa resposta às orações dele. Naquele mesmo dia, um navio
realmente passava próximo à ilha e seu capitão viu a fumaça.
O que nos parece uma dificuldade intransponível ou uma
provação injusta pode ser o meio que Deus utiliza para nos conceder um bem
maior.
Viva com a certeza que tudo vai terminar bem.
Enviado por Roberto
Silvio dos Santos. Iaras- SP.
Que a graça e a paz do nosso Senhor
Jesus Cristo esteja contigo Missionária Andréia Silva, e com todos
colaboradores do Jornal Missionário Semeadores de Cristo, desde que conheci
este trabalho, Ele tem edificado minha vida Espiritual. Gosto muito dos Estudos
Bíblicos, e testemunhos, são edificantes. Oro sempre, para que o Senhor levante
mais mantenedores para ajudar essa obra maravilhosa, que tem entrado nos
presídios, em lares não Cristão, pois esse foi o pedido de nosso Senhor Jesus
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho”.
Finalizo com a gloriosa paz de nosso
Senhor Jesus Cristo.
Irmão Roberto- São
Paulo.
Testemunho:
Tive um encontro com
Jesus na prisão, e vi a luz brilhar, em minha vida, neste lugar de escuridão,
solidão e sofrimento.
Todos me abandonaram,
mas Jesus nunca me abandonou, ao contrário eu que fechava a porta do meu
coração, para ele, enquanto ele batia Ap 3.20, eis que estou a porta e bato se
alguém ouvir a minha voz e abrir a
porta, entrarei em tua casa cearei com ele e ele comigo.
Quando resolvi abrir
a porta do meu coração ele entrou e fez morada, desci as águas do Batismo, para
o arrependimento dos pecados. João 1.33.
E eu não conhecia,
mas o que mandou a batizar com água, esse me disse: sobre aquele que vires
descer o Espírito, e sobre ele repousar,
esse é o que batiza com Espírito Santo.
Entreguei-me de corpo
e alma, e com muita fé, pedi, consagrei e fui batizado com o Espírito Santo e
recebi o dom de línguas. Foi o dia mais feliz da minha vida. Era também
ex-tatuador, hoje sou feliz, caminho só para rumo da felicidade, tenho o melhor
amigo, Jesus, glória a Deus nas alturas. Jesus obrigado te amo! Orem por mim,
estou orando por vocês. A paz do Senhor.
Domingos.R.P.
Balbinos-Sp.
Hinos e Poesias:
Oh, quão cego eu
andei e perdido vaguei
Longe, longe do meu Salvador
Mas da glória desceu e seu sangue verteu
Pra salvar um tão pobre pecador
Longe, longe do meu Salvador
Mas da glória desceu e seu sangue verteu
Pra salvar um tão pobre pecador
Foi na cruz, foi na
cruz
Onde um dia eu vi
Meus pecados castigados em Jesus
Foi ali, pela fé que meus olhos abriram
E agora me alegro em sua luz
Onde um dia eu vi
Meus pecados castigados em Jesus
Foi ali, pela fé que meus olhos abriram
E agora me alegro em sua luz
CORO:
Foi na cruz, foi na
cruz
Onde um dia eu vi
Meus pecados castigados em Jesus
Foi ali, pela fé que meus olhos abri
E agora me alegro em sua luz
Onde um dia eu vi
Meus pecados castigados em Jesus
Foi ali, pela fé que meus olhos abri
E agora me alegro em sua luz
Mas um dia senti meus
pecados e vi
Sobre mim o castigo da lei
Mas depressa fugi, em Jesus me escondi
E refúgio seguro nele achei
Sobre mim o castigo da lei
Mas depressa fugi, em Jesus me escondi
E refúgio seguro nele achei
Oh, que grande prazer inundou o meu ser
Conhecendo esse tão grande amor
Que levou meu Jesus ao sofrer lá na cruz
Pra salvar um tão pobre pecador.
Conhecendo esse tão grande amor
Que levou meu Jesus ao sofrer lá na cruz
Pra salvar um tão pobre pecador.
E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.
Tiago 5:18,
"Confessai
as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A
oração feita por um justo pode muito em seus efeitos."(Tiago 5:16).
Pedidos
de Oração:
Por
Domingos Ribeiro Pereira, Elizana –BA e família, Pastor Fernando e família, Mãe
da Inês Moreira, os atalaias de Cristo, todos Ministério envolvidos com a obra
do Senhor, Presídios, enfermos, cristão perseguidos, por causa do evangelho de
Cristo, todos pedidos de oração que chegam diariamente para o Jornal, Baltasar
saúde, Mauro Bento e família, Antônio Vaz e família, Lair pires e sua esposa...
Colecione
nossas receitas:
1 kilo de trigo
1 litro de água morna, 1 copo
americano de óleo, 30 g de fermento de padaria, 2 colher de chá de sal, 1
colher de açúcar.
Modo de fazer:
Amassar e enrolar,
deixar crescer por 30 minutos. (Rende 4 Pães grandes).
Enviado por: Nelson
Valeriano Leme- Guareí-Sp.
Leitores do Jornal Semeadores de Cristo:
Passatempo:

Meu Deus, e pai glorioso, ponho em
tuas mãos neste momento, todos os pedidos de oração que me chegaram, que neste
momento, o Senhor possa visitar a cada um, socorre-los em seus momentos, de
angustia, oh Pai, aleluias. Desça com tua unção sobre cada um, de força aos
cristãos perseguidos, por causa do teu evangelho Senhor, em nome de Jesus,
amém.

Assinar:
Postagens (Atom)


